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CDL de Ji-Paraná encerra o ano com mais de 10 mil atendimentos

Os atendimentos são reflexo da economia que voltou a reagir no início do segundo semestre de 2018
Data de publicação: 15/01/2019
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   Os consumidores terminaram o ano de 2018 com bastante otimismo é o que mostra os reflexos da economia que passou a reagir a partir do segundo semestre. Com base nos dados apresentados pela Câmara de Dirigentes Lojistas de Ji-Paraná – CDL vários fatores colaboraram para o aumento dos índices de satisfação como o resgate do crédito na praça e a estabilidade econômica. 

   Resultados estes que refletiram nas atividades da CDL. Em 2018, a entidade realizou 10.108 consultas de balcão, 937 cadastros positivos e 1132 consultas de score o que mostra o interesse dos consumidores em permanecerem ativos no comércio local. 

   Segundo a administradora da CDL, Nayara Trindade, os consumidores que procuraram a entidade sanaram dúvidas referentes ao nome sujo, como quitar a dívida existente e aumentar o score de crédito. “No ano, a média de atendimentos foram de 800 por mês. Os consumidores se mostraram interessados não só em limpar o nome como também em pagar as contas em dias, visando o aumento do crédito e da pontuação” ressaltou. 

   O balanço apresentado aos jornalistas, mostrou um novo perfil dos consumidores de Ji-Paraná. Os homens compram mais do que as mulheres, perdendo apenas no mês de Dezembro em que elas se sobressaíram. Outro fator interessante é que as mulheres são maioria nos índices de inadimplência, mas também se preocupam em resgatar o crédito.  “As maiores incidências de parcelas foram de valores entre R$ 50 e 100 reais. Isso demonstra que a pessoa tem maior chance de sair da inadimplência quando a dívida é de no máximo R$ 250 reais”, frizou. 

   Em 2018, a entidade identificou também que os índices maiores de inadimplência são de cheques com valores acima de R$ 500,00 reais. Os dados apresentados mostram também resultados positivos no ano de 2018 quanto ao fechamento de empresas que foi 26,46% menor em relação ao ano de 2017. 

   Os gráficos mostraram ainda que em 2016 foi o melhor ano para a economia local. Já em 2017, com a retração econômica e o desemprego em alta, as vendas apresentaram recuo se normalizando em 2018.

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