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47% dos consumidores devem passar o Réveillon com roupa nova, mostra levantamento da CNDL/SPC Brasil

Branco será a cor escolhida por 59% dos entrevistados, seguida do amarelo e azul; 29% vão festejar virada do ano em casa e 23% na casa de familiares ou amigos.
Data de publicação: 31/12/2018
Original o que o consumidor final olha na hora de comprar roupas



   Após as festividades do Natal, as vitrines do comércio já se preparam para uma das principais tradições do consumidor brasileiro: passar a virada de ano com roupa nova. Um levantamento feito em todas as capitais pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) revela que quase metade (47%) dos brasileiros que vão comemorar o ano novo pretendem comprar alguma peça de roupa para festejar a chegada de 2019. 

   Os gastos com essas compras e também com as comemorações do Réveillon, como viagens e ceia, deverão ser, em média, de R$ 290,96, embora 44% ainda não tenham se decidido a respeito de valores.Para os supersticiosos, a cor da roupa também é um detalhe a ser levado em consideração. 

   Em cada dez compradores, seis (61%) garantem que haverá uma cor predominante na roupa nova a ser usada na celebração de Ano-Novo sendo que o tom preferido será o branco, com 59% de menções. O amarelo, que para muitos simboliza dinheiro, será opção de 12% dos entrevistados e o azul, que representa a serenidade e harmonia, é a escolha de outros 10%. Completam o ranking as cores dourado (5%), preto (4%) e vermelho (3%).

   Na avaliação da economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, a última semana do ano pode levar muitos brasileiros de volta às lojas e impulsionar o comércio com as compras de roupas e produtos para o Ano-Novo. “Os dias seguintes ao Natal são um período em que muitos consumidores realizam a troca de presentes que não serviram ou que não gostaram. 

   Dessa forma, os varejistas podem aproveitar esse momento para atrair a atenção dos clientes para novas compras. Mesmo com a crise, o brasileiro sempre dá um jeito de manter viva a tradição de começar um novo ano vestindo uma peça diferente”, afirma a economista.

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